sexta-feira, 25 de maio de 2012

Origem do Universo - Prof. Adauto Lourenço - TV Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie

Origem do Universo - Prof. Adauto Lourenço - TV Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2012/05/origem-do-universo-prof-adauto-lourenco.html

Prof. Dr. Marcos Eberlin - UNICAMP - Químico - Filosofia da Ciência - Parte I e II - TV Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie

Prof. Dr. Marcos Eberlin - UNICAMP - Químico - Filosofia da Ciência - Parte I e II - TV Mackenzie - Universidade Presbiteriana Mackenzie
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2012/05/blog-post.html

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O calculismo inglês ganha ao pedantismo alemão


O calculismo inglês ganha ao pedantismo alemão

by O. Braga
Os alemães são incorrigíveis; está-lhes no código genético o pedantismo e a sobranceria, e a tendência natural para desvalorizar qualquer adversário.
Os ingleses do Chelsea deram a primazia da iniciativa aos alemães do Bayern de Munique, esperaram por eles na defesa porque os alemães jogavam no seu próprio estádio, e depois, como é característica inglesa, "atacaram por trás" e "espetaram a faca" nas costas dos “inimigos”.
Só pela capacidade de sofrer — “the quiet desperation is the English way” — do Chelsea, e pela arrogância do Bayern, gostei de ver os ingleses ganhar a final da Taça dos Campeões Europeus de futebol.
O. Braga | Sábado, 19 Maio 2012 at 11:16 pm | Tags: Bayern, Chelsea | Categorias: Futebol | URL: http://wp.me/p2jQx-bBU

Divulgação:

http://cultura-calvinista.blogspot.com

http://metodologiadoestudo.blogspot.com

http://direitoreformacional.blogspot.com

http://biologiareformacional.blogspot.com  

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Quando a verdade deixa de fazer sentido, a solução passa pela discricionariedade


Quando a verdade deixa de fazer sentido, a solução passa pela discricionariedade

by O. Braga

O blogue Rerum Natura tem o condão de me fazer arrepiar e levantar os cabelos, porque ou não se dão conta do que escrevem — desconhecem —, ou têm consciência do que escrevem, e é ainda pior.
Desde que o matemático Alfred Tarski conseguiu explicar, de uma forma simples e esclarecedora, em que consiste a concordância de um axioma com os factos [a verdade é objectiva!], que a degradação do conceito de “verdade” passou a ser um absurdo! Depois de Tarski, o relativismo do Rerum Natura passou a ser sinónimo de ignorância!

A propósito de axiomas matemáticos, aproveito o ensejo para dizer o seguinte:
Há meses, o professor Carlos Fiolhais criticou, no blogue Rerum Natura, a excessiva influência da matemática na física e na ciência em geral, e alegadamente em nome da “verificação dos factos” e segundo o método científico. Ora, atente-se a esta notícia:
"Today, Alan Turing is best known as the father of modern computer science, but in 1952 he sketched out a biological model in which two chemicals — an activator and an inhibitor — could interact to form the basis for everything from the color patterns of a butterfly’s wings to the black and white stripes of a zebra."
Baseando-se apenas em cálculos matemáticos, Alan Turing descobriu o modelo biológico em que dois químicos — um activador e um inibidor — se interagem para formar a base dos padrões de cores, desde as asas das borboletas até às riscas das zebras. E tudo isto muito antes de se descobrir a estrutura do ADN.

“Mas, onde ir buscar a convicção uma vez imposta a debilidade de princípios e a negação de finalidades educativas? Nesta dupla interrogação, como se justificam as escolhas e se determinem as acções de quem tem ou deveria ter o dever de educar?
Estamos numa situação de impasse: oscilamos entre uma tese e uma antítese sem vislumbre de síntese salvadora. Mas talvez ela exista, e talvez possa ser recuperada pela liberdade que os educadores têm de conduzir aos desígnios da liberdade aqueles que lhe estão confiados.
A tese defendida parece ser a seguinte: quando a verdade deixa de fazer sentido na cultura intelectual, a solução passa pelo voluntarismo individual do professor, ou seja, pela sua acção voluntarista [ética internalista] escorada na sua própria subjectividade.
Como alegadamente não há essa coisa a que se convencionou chamar de “verdade”, então damos a liberdade ao professor para ensinar segundo uma lógica internalista e voluntarista, em que aquilo que ensina obedece, em grande medida, às suas convicções pessoais. É isto que a tese supracitada defende.
Por último: a liberdade não é, de todo, “o acto que se cumpre segundo uma ideia”. Se assim fosse, todos os actos seriam livres; e não são.
A ideia tem que ser tendencialmente racional [aproximação da verdade], para que o acto seja livre: a procura da racionalidade é a condição sine qua non da liberdade. Neste sentido, podemos dizer que a liberdade limita-se a si própria quando se submete ao espartilho da razão. O homem age porque é livre, mas não é livre porque age. Por isso, não podemos dizer que qualquer desígnio resulta do exercício da liberdade (aconselho ao João Boavida a releitura de S. Tomás de Aquino).
O. Braga | Quarta-feira, 25 Abril 2012 at 7:59 pm | Tags: relativismo, Rerum Natura | Categorias: A vida custa, educação | URL: http://wp.me/p2jQx-beI


 
Divulgação:

http://cultura-calvinista.blogspot.com

http://metodologiadoestudo.blogspot.com

http://direitoreformacional.blogspot.com

http://biologiareformacional.blogspot.com  

Novo livro de Gregory Chaitin - Proving Darwin: Making Biology Mathematical

Posted: 04 May 2012 07:25 AM PDT

Proving Darwin: Making Biology Mathematical

Gregory Chaitin


Book Description
Publication Date: May 8, 2012 | ISBN-10: 0375423141 | ISBN-13: 978-0375423147



Groundbreaking mathematician Gregory Chaitin gives us the first book to posit that we can prove how Darwin’s theory of evolution works on a mathematical level.

For years it has been received wisdom among most scientists that, just as Darwin claimed, all of the Earth’s life-forms evolved by blind chance. But does Darwin’s theory function on a purely mathematical level? Has there been enough time for evolution to produce the remarkable biological diversity we see around us? It’s a question no one has yet answered—in fact, no one has even attempted to answer it until now.

In this illuminating and provocative book, Gregory Chaitin argues that we can’t be sure evolution makes sense without a mathematical theory. He elucidates the mathematical scheme he’s developed that can explain life itself, and examines the works of mathematical pioneers John von Neumann and Alan Turing through the lens of biology. Chaitin presents an accessible introduction to metabiology, a new way of thinking about biological science that highlights the mathematical structures underpinning the biological world. Fascinating and thought-provoking, Proving Darwin makes clear how biology may have found its greatest ally in mathematics.

Editorial Reviews

Review

Praise for Gregory Chaitin’s Meta Math!
“A startling vision of the future of mathematics. . . . The Chaitinesque intellectual future will be eternally youthful and anarchic.”
—American Scientist 

“Math’s dark secret is out . . . Chaitin explains why Omega, a number he discovered thirty years ago, has him convinced that math is based on randomness.” 
—Time

“Is our universe computable? Is mathematics inevitable? Chaitin and I have been discussing these kinds of questions for a very long time, and it’s great to see him explain his point of view on them so passionately here.” 
—Stephen Wolfram, creator of Mathematica and author of A New Kind of Science

“A clearly written and witty look at a difficult subject. . . . Chaitin explains with infectious enthusiasm how mathematics doesn’t equal certainty.”
—Science News

"Captivating . . . With extraordinary skill and a gentle humor, Chaitin shares his profound insights."
—Paul Davies, author of How to Build a Time Machine

About the Author


Gregory Chaitin is widely known for his work on metamathematics and for his discovery of the celebrated Omega number, which proved the fundamental unknowability of math. He is the author of many books on mathematics, including Meta Math! The Quest for Omega. This is his first book on biology. Chaitin was for many years at the IBM Watson Research Center in New York. The research described in this book was carried out at the Federal University of Rio de Janeiro in Brazil, where Chaitin is now a professor. An Argentine-American, he is an honorary professor at the University of Buenos Aires and has an honorary doctorate from the National University of Cordoba, the oldest university in Argentina.

Excerpt. © Reprinted by permission. All rights reserved.

One

Introduction: Overview of Proving Darwin

Like many pure mathematicians, I like giving “chalk” talks: improvised talks given on a blackboard or white- board using a minimum of technological assistance. Another strategy is for me to fill the board with what I want to cover just before I start to lecture, while people are still coming in, so that they can take in all the key ideas at a glance. In a large auditorium, however, a projector is necessary, or nobody will see anything.

On the facing page you can see me giving an overview of this book in a large auditorium at the Federal University of Rio Grande do Sul in southern Brazil. The four slides I prepared are on pages 5 and 6. They summarize Chapters 2 to 4, which outline my strategy for making biology mathematical. After you finish reading these chapters, you should review the slides. Then they will make more sense.

You’ve heard people refer to DNA as a computer program? Well, that’s the whole idea: to make this metaphor into a mathematical theory of evolution. In fact, it turns out that the mathematical tools for doing this were already available in the 1970s. More precisely, we will treat evolution as a random walk in software space. Random walks are an idea that mathematicians feel comfortable with, although the space we are walking around in at random is bigger than usual.

I call this proposed new field “metabiology” because it is a highly simplified version of real biology—otherwise I wouldn’t be able to prove any theorems. These theorems are presented in Chapter 5, which is the climax of the book, and was a talk that I gave at the Santa Fe Institute. Chapters 6 to 8 discuss the broader significance of metabiology, theological, political and epistemological. And then there are two appendices.

In the first appendix you can read the crucial section on self-reproducing automata in John von Neumann’s far-seeing “DNA = Software” paper that influenced Sydney Brenner, who in turn influenced Francis Crick—a remarkable fact that I only discovered while working on this book. And the second appendix gives some additional mathematical details that may be of interest to experts.

Finally, I give a short list of suggested further reading, some books and a few articles that are important if you want to really understand metabiology. These are the books and articles that helped me the most to come up with a strategy for making biology mathematical, plus a few more related items that I threw in just for the fun of it. Enjoy them all!

+++++

Source/Fonte: Amazon Books
NOTA DESTE BLOGGER:

Será que com o brilhante trabalho matemático de Gregory Chaitin, a biologia evolucionária vai finalmente se tornar uma ciência dura como a Física e Química???



Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com/